O campeão FC Porto ganhou o seu jogo com alguma facilidade onde enfrentou um Marítimo pobre de ideias e com o único objectivo de não perder o jogo. Conseguiu o objectivo até aos 69 minutos, mas a postura em campo não deixava antever outra coisa que não a derrota:
O FC Porto dominou a posse de forma bastante visível com uma influência muito interessante de Óliver que vem numa subida de forma desportiva fantástica. O Porto só tem a ganhar com isso. O corredor esquerda foi, como normalmente, o mais utilizado com Alex Telles e Brahimi em grande destaque. Maxi e Corona também combinaram muito sobretudo solicitados por Danilo. Soares aparece bastante recuado, sobretudo por causa dos duelos aéreos a que foi chamado várias vezes. Os extremos jogam bastante por dentro o que ajuda os dois médios do Porto (e sobretudo Óliver) a desequilibrar o adversário por dentro.
O Marítimo teve pouca bola (tive que baixar o limite mínimo para 3 passes e não 5 como é normal, caso contrário não havia linhas) e isso nota-se bem nesta rede. Nota-se bem o desenho táctico dos madeirense com 3 centrais, 2 alas, 2 médios defensivos e 3 na frente, com os extremos bastante interiores para libertar os alas. O corredor direito foi mais chamado a construir mas quase sempre sem grande êxito: o triângulo Bebeto, Vukovic e Baiano combinou algumas vezes, mas sempre em transição e com pouca qualidade.
Até aos 28 minutos o Marítimo não teve uma oportunidade de golo, em casa é muito estranho e constrangedor. Sobre a primeira parte do jogo também se pode dizer que o Porto foi pouco mais do que inexistente. Ao intervalo os números estavam em 0.07 xG vs 0.39 xG. Foi uma primeira parte bastante secante e sem interesse.A partir do lance do penalty o FC Porto acordou e fez o suficiente para ganhar por 2 ou 3 golos.
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